O grande erro que o LinkedIn cometeu

Sei que receberei muita opinião negativa e crítica sobre esse assunto, mas é sobre algo que, para mim, está errado no LinkedIn. Se você concorda, peço que curta e compartilhe, para ajudar a chegar aos administradores do site. Se você discorda, deixa um comentário, pois gostaria de ouvir opiniões contrárias.

(Nota: esse artigo foi publicado originalmente no meu perfil do Linkedin)

Como os que me seguem sabem, eu regularmente tenho escrito um artigo aqui às 2as, 4as e 6as. Procuro deixar minha humilde visão sobre uma série de assuntos ligados ao mundo profissional, empreendedorismo e carreira.

Recentemente, tive vários artigos promovidos pelo Pulse e centenas de pessoas passaram a me seguir e mandar mensagens. Tento responder a todos na medida do possível e agradeço muito o apoio recebido.

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Infelizmente, essa semana não tive muito tempo para escrever algo, devido à sobrecarga de trabalho. Mas deixarei aqui uma opinião rápida sobre algo que, como eu disse, vem me incomodando há um tempo.

O que eu acho que foi um grande erro cometido é o título “Influencer”.

Recentemente, o LinkedIn trouxe novos influenciadores para o site, como o Kaká, a jogadora Marta. Nada contra, pelo contrário, gostei bastante de muitos textos e histórias deles e passei a seguir alguns. Mas… eles são mesmo influenciadores?

Parei para pensar. O que significa “influenciar”? O dicionário diz:

  • A capacidade de afetar pessoas pelo poder baseado em prestígio
  • Um fator cognitivo que afeta o que você faz
  • Moldar e definir a direção que uma pessoa deve seguir
  • Induzir alguém a realizar uma ação baseado no charme

Daí comecei a observar os Influencers que eu acompanho. Nenhum deles me influenciam. Entretanto, todos me INSPIRAM, todos me INCENTIVAM!

Você realmente quer ser influenciado? Do mesmo jeito que eu detesto influenciar alguém, eu também detesto ser influenciado. Para mim, essa é uma palavra com conotação bastante negativa. Acredito que o título poderia ser substituído por INSPIRER. Palavras muito próximas no dicionário e que fazem uma diferença enorme.

Diversas palavras já perderam sentido no mundo corporativo, após o surgimento das novas gerações de pessoas que são menos centralizadoras e mais colaborativas. Influenciador é uma delas.

Na minha opinião o LinkedIn sofreu uma piora nos últimos tempos. Acredito que o site deveria mudar uma série de coisas. Principalmente esses posts criados intencionalmente para atrair likes ou gerar base de dados de email. Tipo “tenho uma planilha, deixe seu email que eu envio” ou “quanto é a soma de um coco + banana + maçã” ou “tenho uma vaga de emprego em dubai, quem está interessado?”. Isso sem contar as fofocas.

O objetivo do site é conectar empregadores com empregados, empreendedores com investidores, pessoas que querem melhorar na carreira com informação sobre como elas podem fazer. Essa é a real intenção do site.

Após a compra pela Microsoft, o LinkedIn possui uma oportunidade ímpar de se tornar uma rede social extremamente mais poderosa e envolvente do que já é. A hora é agora! Pessoalmente, já uso mais o LinkedIn do que Facebook, Youtube ou Twitter. E acredito que muitos aqui também.

Bom, acho que é isso. Apenas a minha opinião. Desculpe erros de concordância, mas escrevi rapidamente o texto. Se vocês concordam, eu proponho: VAMOS FAZER O LINKEDIN GRANDE NOVAMENTE! Deixe seu like e compartilhe, que vai ajudar bastante.

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